O cliente manda o que precisa, alguém anota, passa para a produção, organiza a separação e depois encaminha para entrega.
O problema começa quando o negócio cresce.
Mais clientes significam mais pedidos, mais produtos, mais informações para conferir e mais etapas acontecendo ao mesmo tempo.
Foi exatamente esse movimento que fez a operação da Casa do Padeiro evoluir.
Quando o pedido cresce, o processo precisa crescer junto
A parceria entre a Casa do Padeiro e a Epadoca começou em 2022.
Naquele momento, os pedidos ainda tinham uma participação importante do WhatsApp. Conforme a operação B2B cresceu, porém, ficou cada vez mais evidente que apenas receber o pedido não era suficiente.
Era necessário conectar melhor aquilo que acontecia depois.
Pedido.
Produção.
Separação.
Etiquetas.
Estoque.
Logística.
Transportadoras.
Quando cada uma dessas etapas depende de controles separados, a equipe precisa gastar tempo conferindo informações que poderiam estar conectadas.
E quanto maior o volume, maior também o espaço para erro.
O problema não está só na entrada do pedido
Em uma operação B2B, vender é apenas o começo.
Imagine um cliente fazendo um pedido com dezenas de produtos.
Depois que esse pedido entra, alguém precisa saber:
- quanto deve ser produzido;
- quais itens pertencem àquele cliente;
- em quais caixas os produtos serão separados;
- quais etiquetas precisam ser impressas;
- qual rota ou transportadora atenderá aquele pedido;
- quais matérias-primas e produtos estão disponíveis.
Se essas informações ficam espalhadas em planilhas, conversas e controles diferentes, a operação passa a depender demais de conferência manual.
Foi justamente aí que a tecnologia passou a assumir um papel maior na Casa do Padeiro.
Do pedido até a expedição
Com a evolução da parceria com a Epadoca, os pedidos B2B passaram a fazer parte de um processo muito mais integrado.
Hoje, a operação consegue centralizar pedidos em uma única plataforma e utilizar essas informações nas etapas seguintes.
Isso permite, por exemplo:
- integrar informações de vendas e produção;
- gerar etiquetas por pedido e produto;
- reduzir erros durante a separação das mercadorias;
- apoiar o controle de estoque e matéria-prima;
- organizar pedidos conforme rotas e transportadoras;
- acompanhar melhor o fluxo de cada pedido.
Na prática, a informação deixa de precisar ser reconstruída várias vezes durante o processo.
Ela acompanha o pedido.
Automação também é rastreabilidade
Quando tudo depende de memória, mensagens e conferências manuais, descobrir onde aconteceu um erro pode ser difícil.
Com uma operação integrada, fica mais simples acompanhar o caminho daquele pedido.
O que foi solicitado.
O que precisava ser produzido.
Como foi separado.
Para onde deveria seguir.
Essa rastreabilidade não serve apenas para corrigir problemas.
Ela ajuda a evitá-los.
Tecnologia precisa acompanhar o tamanho da operação
O WhatsApp pode continuar fazendo parte do relacionamento com o cliente.
O que não precisa continuar é toda a operação dependendo dele.
O crescimento da Casa do Padeiro mostra justamente isso: conforme o volume e a complexidade aumentaram, a tecnologia também passou a ocupar novos pontos do processo.
Não apenas para receber pedidos.
Mas para conectar venda, produção, separação e logística.
Case de sucesso · Casa do PadeiroAssista ao case completo da Casa do Padeiro e veja como essa operação evoluiu na prática▶ Assistir ao case