O pedido chega por quatro lugares. A produção precisa descobrir um número só.

Cliente A manda pelo WhatsApp.

Cliente B prefere ligar.

Outro envia por e-mail.

Alguém registra tudo numa planilha.

No fim, a produção não precisa saber de onde cada pedido veio.

Ela precisa saber quantos pães, bolos, doces ou outros produtos precisa produzir.

E é aí que começa uma das maiores dores de uma operação B2B feita manualmente.

Alguém precisa pegar todas essas informações espalhadas e transformar em um número confiável.

Foi uma realidade vivida pela Padaria Maria Luiza.

O Excel não é o problema. O problema é depender dele para juntar tudo.

Planilhas são ótimas ferramentas.

Mas quando o crescimento da operação depende de alguém copiar manualmente informações de vários canais para dentro de uma planilha, o processo fica vulnerável.

Um número digitado errado muda uma quantidade.

Um pedido esquecido muda a produção.

Uma alteração feita pelo cliente pode não chegar para todo mundo.

E quanto mais pedidos entram, maior o trabalho para conferir tudo.

Na prática, a empresa acaba pagando pessoas para transportar informações de um lugar para outro.

Muito canal pode parecer facilidade para o cliente. Para a equipe, vira fragmentação.

WhatsApp, telefone e e-mail são canais válidos.

O problema aparece quando cada canal cria um processo diferente dentro da operação.

A equipe precisa conferir um.

Depois outro.

Depois outro.

Depois reunir tudo.

A dificuldade não está simplesmente em receber pedidos.

Está em transformar pedidos espalhados em informação operacional organizada.

Na Padaria Maria Luiza, a tecnologia passou a cumprir justamente esse papel.

Um pedido precisa alimentar a produção

Quando os clientes passaram a realizar seus pedidos pela plataforma, a equipe ganhou algo que parece simples, mas muda bastante a rotina:

centralização.

Os pedidos passam a estar no mesmo ambiente.

A partir disso, as quantidades podem ser consolidadas e transformadas em informações úteis para quem precisa produzir.

Se vários clientes pediram o mesmo produto, por exemplo, a equipe não precisa necessariamente abrir pedido por pedido e somar tudo manualmente.

A informação pode chegar organizada para a operação.

Cada setor precisa enxergar uma parte diferente

Uma padaria com produção maior não funciona como um único bloco.

Existe padaria.

Confeitaria.

Fábrica.

Separação.

Logística.

Cada setor precisa de informações diferentes para executar seu trabalho.

Por isso, centralizar os pedidos é apenas o primeiro passo.

A operação da Padaria Maria Luiza passou a conseguir gerar informações específicas para diferentes áreas.

Isso ajuda cada equipe a saber o que precisa executar sem depender de alguém reorganizando os pedidos manualmente a cada etapa.

Digitar menos também significa errar menos

Boa parte do retrabalho de uma operação B2B não acontece porque alguém trabalha mal.

Acontece porque a mesma informação precisa ser manipulada várias vezes.

Copiar.

Colar.

Digitar.

Conferir.

Repassar.

Quanto mais vezes um dado muda de mão, maior a possibilidade de alguma diferença aparecer.

Com a integração dos pedidos ao sistema utilizado pela operação, esse fluxo consegue ser reduzido.

A informação passa a circular de maneira mais estruturada.

Depois da produção ainda existe separação e logística

O processo não termina quando o produto fica pronto.

Ainda é necessário saber:

  • o que pertence a cada cliente;
  • quais produtos precisam ser separados;
  • como os pedidos serão organizados;
  • quando precisam sair;
  • como a logística será executada.

Por isso, a organização dos pedidos também passou a apoiar as etapas seguintes da Padaria Maria Luiza.

A lógica é simples:

o pedido que começa organizado tem muito mais chance de terminar organizado.

O maior ganho muitas vezes é tempo

Nem toda melhoria operacional aparece imediatamente em uma linha de faturamento.

Existe um recurso que costuma passar despercebido:

tempo.

Quantas horas da semana sua equipe utiliza consolidando pedidos?

Quanto tempo alguém passa conferindo mensagens?

Quantas vezes uma informação precisa ser digitada?

Quanto tempo é gasto corrigindo algo que entrou errado?

Na Padaria Maria Luiza, reduzir atividades manuais permitiu devolver parte desse tempo para a equipe.

E tempo operacional também é dinheiro.

Sua empresa cresceu, mas o processo de pedidos continua igual?

Esse talvez seja o ponto mais importante.

WhatsApp, telefone, e-mail e Excel podem ter funcionado perfeitamente quando existiam poucos clientes B2B.

Isso não significa que precisam continuar sustentando toda a operação quando o negócio cresce.

Processo também precisa acompanhar crescimento.

Não para tornar a operação mais complicada.

Justamente para evitar que ela fique complicada demais.

Case de sucesso · Padaria Maria LuizaAssista ao case completo da Padaria Maria Luiza▶ Assistir ao case

Se sua empresa recebe pedidos B2B por diferentes canais e ainda precisa reunir tudo manualmente para organizar produção, separação e logística, vale rever esse processo.

Fale com a Epadoca e conheça uma forma mais organizada de receber e gerenciar seus pedidos B2B.
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