O problema começa quando o negócio cresce. Mais clientes significam mais pedidos, mais produtos, mais informações para conferir e mais etapas acontecendo ao mesmo tempo. Foi exatamente esse movimento que fez a operação da Casa do Padeiro evoluir.

Quando o pedido cresce, o processo precisa crescer junto

A parceria entre a Casa do Padeiro e a Epadoca começou em 2022. Naquele momento, o WhatsApp ainda tinha participação importante nos pedidos. Conforme a operação B2B cresceu, porém, ficou cada vez mais evidente que apenas receber o pedido não era suficiente. Era necessário conectar melhor o que acontecia depois: pedido, produção, separação, etiquetas, estoque, logística e transportadoras.

Quando cada uma dessas etapas depende de controles separados, a equipe gasta tempo conferindo informações que poderiam estar conectadas. E, quanto maior o volume, maior o espaço para erro.

O problema não está só na entrada do pedido

Em uma operação B2B, vender é apenas o começo. Imagine um cliente fazendo um pedido com dezenas de produtos. Depois que esse pedido entra, alguém precisa saber:

  1. quanto deve ser produzido;
  2. quais itens pertencem àquele cliente;
  3. em quais caixas os produtos serão separados;
  4. quais etiquetas precisam ser impressas;
  5. qual rota ou transportadora atenderá aquele pedido;
  6. quais matérias-primas e produtos estão disponíveis.

Se essas informações ficam espalhadas em planilhas, conversas e controles diferentes, a operação passa a depender demais de conferência manual. Foi justamente aí que a tecnologia passou a assumir um papel maior na Casa do Padeiro.

Do pedido até a expedição

Com a evolução da parceria com a Epadoca, os pedidos B2B passaram a fazer parte de um processo muito mais integrado. Hoje, a operação consegue centralizar pedidos em uma única plataforma e usar essas informações nas etapas seguintes. Isso permite, por exemplo:

  1. integrar informações de vendas e produção;
  2. gerar etiquetas automaticamente, por pedido e por produto;
  3. reduzir erros durante a separação de caixas e mercadorias;
  4. apoiar o controle de estoque e de matéria-prima com o WMS;
  5. organizar pedidos e etiquetas conforme rotas e transportadoras;
  6. acompanhar melhor o fluxo de cada pedido.

Na prática, a informação deixa de precisar ser reconstruída várias vezes durante o processo. Ela acompanha o pedido.

O que é o WMS, e por que ele entra na conversa

WMS é a sigla em inglês para sistema de gestão de armazém. Na prática, é a ferramenta que ajuda a saber o que entra, o que sai e onde cada item está no estoque.

Em uma operação que trabalha com matéria-prima e com produtos prontos para vários clientes, esse controle faz diferença. Quando o estoque conversa com os pedidos, fica mais fácil saber se há o que produzir e o que separar, sem depender de contagem manual a cada dúvida.

Etiqueta certa, caixa certa

Etiquetar caixa parece um detalhe, mas é um ponto em que o erro pode aparecer com facilidade em operações B2B. Uma etiqueta digitada à mão, ou copiada de outra planilha, pode trocar o cliente, o produto ou a quantidade.

Quando a etiqueta é gerada a partir do próprio pedido, a informação que foi vendida é a mesma que chega ao pé da caixa. Isso ajuda a equipe de separação e de expedição a conferir rápido, e o cliente a receber o que pediu.

Automação também é rastreabilidade

Quando tudo depende de memória, mensagens e conferências manuais, descobrir onde aconteceu um erro pode ser difícil. Com uma operação integrada, fica mais simples acompanhar o caminho daquele pedido: o que foi solicitado, o que precisava ser produzido, como foi separado e para onde deveria seguir.

Essa rastreabilidade não serve apenas para corrigir problemas. Ela ajuda a evitá-los.

Sinais de que a sua operação B2B passou do ponto

  1. A conferência de um pedido grande demora mais do que a própria separação.
  2. Etiquetas são digitadas ou ajustadas à mão.
  3. Você descobre problemas de estoque só na hora de separar.
  4. A equipe usa vários controles diferentes para um mesmo pedido.
  5. Ninguém sabe dizer rápido em que etapa está um pedido específico.

Se vários desses sinais aparecem, talvez o problema não esteja em quem trabalha, mas em quanto o processo depende de conferência manual. Vale começar o ajuste pelo sinal que mais aparece.

Tecnologia precisa acompanhar o tamanho da operação

O WhatsApp pode continuar fazendo parte do relacionamento com o cliente. O que não precisa continuar é toda a operação dependendo dele.

O crescimento da Casa do Padeiro mostra justamente isso: conforme o volume e a complexidade aumentaram, a tecnologia passou a ocupar novos pontos do processo. Não apenas para receber pedidos, mas para conectar venda, produção, separação e logística.

Isso vale para qualquer operação B2B em crescimento. Quanto mais clientes, produtos e rotas, mais etapas dependem umas das outras, e mais cara fica qualquer informação que precise ser refeita no meio do caminho. Conectar as etapas é o que impede que o crescimento da venda vire crescimento da desorganização.

O que levar desse case para a sua operação

Um detalhe importante é o tempo. A parceria começou em 2022 e foi evoluindo junto com as necessidades do negócio. Algumas ideias valem para qualquer operação B2B:

  1. Comece pelo ponto que mais gera erro, seja a separação, a etiqueta ou a conferência de estoque.
  2. Conecte as etapas, em vez de só trocar uma ferramenta por outra.
  3. Padronize a etiqueta e a separação, para que a informação seja sempre a mesma.
  4. Revise o fluxo por rota e por transportadora, e não apenas por cliente.
Case de sucesso · Casa do PadeiroAssista ao case completoVeja no vídeo como essa operação evoluiu na prática, desde os primeiros pedidos pelo WhatsApp até um processo mais simples e rastreável.▶ Assistir ao case da Casa do Padeiro no YouTube
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Fontes